Explorar é arte, turistar faz parte

Nada como explorar a cidade e o país em que vivemos, descobrir cantos únicos que você quer contar para todos, o melhor hummus, o melhor lugar para um narguille.

Além desses pequenos locais, temos os pontos turísticos que devem ser visitados ao menos uma vez. No meu caso, essa foi a segunda vez em alguns.

Os lugares da vez são: Masada, En Gedi, e Mar Morto.

Para poupar o trabalho de procurar ônibus e afins, meu pai e eu fomos com um grupo de turistas através do Tourist Israel. Apesar do problema de atraso de 1 hora, o resto da viagem correu bem.

Com meu preparo físico de uma abobrinha, começamos a subir o Masada por volta das 5:00 para poder ver o nascer do Sol. Só encontramos o Snake Path, que é mais difícil do que a ladeira que fica do outro lado, mas era o que tinha. Com várias paradas, muitas pedras e muita água, chegamos no topo às 6:30. O Sol começou a nascer no meio do caminho, mas não desistimos e valeu a pena! É realmente um passeio único para fazer pelo menos uma vez na vida.

A descida foi mais sossegada, e levou cerca de 40 minutos.

A segunda parte, foi o En Gedi, onde eu esperava encontrar vários Íbex, mas só encontrei ratos, digo, damões. Não havia muito o que ver por lá, além de futuros noivos tirando fotos de casamento na cascata. Ah, e claro, mais escadas, como se as do Masada já não tivessem sido o suficiente.

Na parada final, fomos para o Mar Morto, o ponto mais baixo do mundo! Eu fui com o Taglit na minha primeira vez em Israel, mas confesso que foi mais prazeroso entrar no mar com 20 ºC ao invés de 5 ºC.

Você acaba boiando na água até mesmo se não quiser. Sim, eu boiei involuntariamente diversas vezes. Cuidado com as pedras de sal, são bem pontiagudas e fazem diversos cortes (não muito profundos) na pele, mas você mal sente. É uma mistura de coisinhas afiadas e lama, uma sensação deveras interessante.

Mulheres de Burquíni e biquíni, crianças, senhores, enfim, todo mundo junto. Uma visão que, quem vem de fora, pode pensar que não existe.

Ficamos esperando as outras pessoas saírem enquanto eu apreciava meu Ice Passiflora (raspadinha de maracujá) que pedi em hebraico. O vendedor achou que eu soubesse falar mais do que aquilo (de fato eu sei, mas não o que ele havia falado). Até que apareceu um moço com um camelo, que ficou deitado na sombra da árvore com o mar ao fundo. Uma imagem tipicamente israelense-turística.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s